Há dores que não pedem cura.
Pedem companhia.
Entre a solidão, o silêncio e a urgência de ficar, estes poemas exploram o gesto simples e corajoso de continuar: abraçar-se, permanecer, existir. Quando a dor pede companhia é um livro sobre aprender a ser casa, mesmo quando ninguém chega, e sobre reconhecer que o cuidado pode nascer dentro de nós ou nas mãos de quem permanece ao nosso lado.